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Mercadão de Almas

 
 

Em 16/09/2004 recebo o telefonema do amigo, irmão e colega Dr. Rogério Gonçalves, advogado, ativista do Movimento pela Proteção da Vida Animal e Coordenador do Grupo Vigilantes da Vida dizendo-se alarmado com o telefonema da redatora do site www.veganpride.com Adriana Bernardino que o informava da venda de animais para a realização de rituais em pleno centro de São Paulo, mais precisamente no mercado municipal. Pedia-me ele que fosse até lá e caso a informação procedesse tirasse algumas fotos para assim entrar com uma denúncia para por um fim a esse tipo de comércio.

E assim foi feito, no dia 18 pela manhã estávamos lá eu e nossa editora Altina nos fazendo passar por produtores de moda em busca de uma locação para realizar um ensaio fotográfico.

Conversa-se com um..., pega-se informação com outro..., e chegamos ao local aonde há o comércio de animais. Não fica exatamente no grande Mercado Municipal recém reformado, e sim em um mercado anexo  também pertencente à Prefeitura que tem como comércio principal verduras e legumes.

Chegamos aos boxes do comércio de almas e logo como primeira imagem temos um bebê bode (ou cabrito) enjaulado entre duas caixas plásticas de legumes. O dono ou funcionário do local pergunta se queremos tirar fotos do bebê e o retira de sua jaula para que possamos fotografar melhor. O bebê inicia a caminhar por entre os outros funcionários do mercado que o recebem com afagos dizendo: "coitadinho do bebê, logo estará como os outros indo para uma encruzilhada de macumba". Nos fazemos de espantados e perguntamos o que realmente faziam com os animais. Um dos funcionários do "mercado das almas" nos leva até aonde estão os bodes adultos - um pequeno e estreito curral com não mais de 10 metros quadrados e no mínimo 20 bodes adultos e magérrimos. Perguntamos mais uma vez para que finalidade aqueles animais eram vendidos, o funcionário nos responde que às vezes eram vendidos a pessoas que possuem sítios ou para fazer uma "buchada" mas a grande maioria ia mesmo para rituais de magia.

Saímos de lá mais espantados do que chegamos, porém já tinhamos o que precisávamos - a comprovação e as fotos para dar início à nossa denúncia.  E assim foi feito, a denúncia já foi encaminhada pelo amigo Rogério e agora estamos aguardando o pronunciamento da Vigilância Sanitária, uma vez que a única forma de colocar um fim a esse comércio é através das autoridades sanitárias que não devem e não podem permitir que animais vivos e em condições de higiene precárias sejam comercializados ao lado de verduras e legumes.

Também foi enviado um ofício à Câmara dos Veradores - Gabinete do vereador Roberto Tripoli.

 

Erico Mabellini - Editor do Tribuna Animal

 

Mercadão de Almas 

hFotos
hDenúncia
hOfício

 

 


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