A serviço dos que não podem falar

>>Buscador<<
>>Visite o novo portal<<
>>Quem Somos<<
>>Fale Conosco<<
>>Como Participar<<
>>Tribuna no Orkut<<
>>Grupo de Discussão<<
>Visite o novo portal<
>>Agenda<<

 Eventos

Adoções
Entidades
Petições on-line
Visite o novo portal
Visite o novo portal
Calendário
>>Direito Animal<<
Visite o novo portal
Adotante Responsável
Envenenar é um crime
Maus tratos são crimes
As leis que protegem os animais
>>Artigos<<
Proteção Animal
Saúde Animal
Meio Ambiente
Vegetarianismo
>>Textos<<
Sobre Cães
Sobre Gatos
>>Visite o novo portal<<
Visite o novo portal
>>Notícias<<
Aconteceu
Nossas lutas
Visite o novo portal
No Brasil e no Mundo
>>Meio Ambiente<<
Sites importantes
>>Animais Silvestres<<
Visite o novo portal
Não compre animais silvestres
>>Curiosidades<<
Visite o novo portal
>>Histórias Reais<<
Leia e apaixone-se
>>Fotos e Cartões<<
Envie para nós a foto de seu animal
Visite o novo portal
>>Sites Amigos<<
Sites de Defesa Animal

 

   

NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 

Brigitte Bardot elogia presidente "new age" da Eslovênia  

05/12

LIUBLIANA (Reuters) -
A atriz francesa e defensora dos direitos dos animais Brigitte Bardot elogiou o presidente da Eslovênia, o vegetariano recluso Janez Drnovsek, descrevendo- o como defensor da política favorável ao meio ambiente na Europa.

Drnovsek, que há anos combate um câncer, vive uma vida solitária num povoado próximo de Liubliana, cultivando seus próprios legumes e fazendo seu pão.

"Saber que o presidente de um país da União Européia se opõe à realização de experiências com animais, à caça, à criação intensiva de gado e seu transporte aos matadouros, é mais do que um consolo -- é uma base para esperança", disse Bardot em carta a Drnovsek.

Este, que às vezes é apelidado de "presidente New Age", lançou um livro recentemente defendendo um estilo de vida saudável. Seu primeiro livro, sobre o pensamento positivo, virou best-seller na Eslovênia e na vizinha Croácia.

"O senhor tem razão quando condena os vergonhosos subsídios da UE à criação intensiva de animais", disse Bardot.

"O dinheiro não deve superar tudo em importância, e a Europa não deveria respeitar países que não respeitam os animais, que não respeitam nada, e tudo isso em nome do lucro, que passa por cima de tudo", disse ela.

Referindo-se à campanha presidencial na França, Brigitte Bardot comentou: "Se tivéssemos um candidato como Drnovsek, ou mesmo uma sombra dele, o mundo em pouco tempo se tornaria menos intolerável."

http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/cultura/2615001-2615500/2615351/2615351_1.xml

 

 

EUA: assassinato de animal de estimação gera dano moral

 

Nos EUA, morte de animal de estimação gera dano moral

por Claudio Julio Tognolli

Quando o cãozinho do casal Denis e Sarah Scheele foi morto a tiros, após ter invadido a propriedade de um homem em Northfiled, no estado de Vermont, Estados Unidos, eles processaram o vizinho não só por danos materiais.
Reclamaram também reparação pela perda da companhia canina e pelo estresse emocional que passaram.

Segundo o site de informação jurídica dos Estados Unidos Findlaw, a reparação moral pelo valor afetivo que representa na vida dos humanos nos casos de perda de animais de estimação já se configura com uma tendência crescente nos tribunais americanos.

"Este tipo de perda é imensurável. Você não pode apenas ser ressarcido, ir na loja e comprar outro bichinho. Isso não repara a perda de um autêntico membro da família", avalia a dona do animal, Sarah Scheele, de 47 anos de
idade.

Estéreis, os Scheele, em vez de adotar uma criança, optaram pela adoção de animais, os quais alimentam com comida para gente, escovam seus dentes e ainda botam capas de chuva para proteger-lhes da umidade, e o chamavam de "garotinho". Para eles, a mote de Shadow, um mestiço das raças shepherd-chow- spaniel, foi uma tragédia pessoal.

A jurisprudência dos tribunais americanos reconhecia o dever de pagar indenizações no valor de compra dos bichos ou das despesas com veterinário. "As cortes buscam o valor de mercado dos animais, e não vêem que as perdas têm reflexo nos valores sociais do homem", avalia Heidi Groff, advogada do casal Scheele.

O caso começou em julho de 2003, quando o casal saiu de Annapolis, em Maryland, para Northfield, em Vermont, para ir à festa de bodas de ouro dos tios. Enquanto assistiam à cerimônia religiosa, o casal deixou os cães soltos, uma violação clara de uma lei municipal de Northfield. Os cães invadiram o quintal de Lewis Dustin, 74 anos, que naquele dia tinha ido caçar esquilos. Dustin disparou na direção dos animais e atingiu Shadow, ferindo sua veia aorta. O cão morreu a caminho do veterinário.

Dustin foi condenado sob acusação de "crueldade animal". Sua pena incluiu
100 horas de serviços prestados à comunidade mais US$ 4 mil de indenização. O juiz entendeu ainda que na lei de Vermont não há dispositivo que mande restaurar perdas emocionais pela morte de um cão. O casal apelou à Suprema Corte.

"Estamos tentando expandir a lei, para que seja reconhecida a carga afetiva de companhia que envolve o cão e o seu dono, de modo que o dono tenha uma recompensa quando seja privado dela", diz o advogado David Puttner, que representa o casal.

Para especialistas em direito americano, essa tendência é uma novidade no
país. Quer-se uma "exceção para os amigos de quatro patas", diz Puttner. Nos últimos anos ações iguais em curso na Florida, New York, Illinois, Califórnia, Oregon e Washington apontaram animais de estimação como "uma categoria que mistura propriedade e pessoas".

Uma corte de apelações do estado de Washington, em maio pasado, criou uma nova figura jurídica para esse tipo de caso, chamada de "danos causados a animais de estimação". O caso envolvia três adolescentes que embeberam um gato em gasolina e depois lhe atearam fogo. O gato foi sacrificado.

Para Georgdie Duckler, perito em lei animal, "tão logo os juízes passem a reconhecer a relação especial entre animais e seres humanos, o quadro mudará".

Revista Consultor Jurídico, 5 de dezembro de 2006

http://conjur.estadao.com.br/static/text/50758,1

Anterior

Próxima

 


              Todos os direitos reservados   © Tribuna Animal 2003/2008

Os artigos, notícias e textos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores