A serviço dos que não podem falar

>>Buscador<<
>>Visite o novo portal<<
>>Quem Somos<<
>>Fale Conosco<<
>>Como Participar<<
>>Tribuna no Orkut<<
>>Grupo de Discussão<<
>Visite o novo portal<
>>Agenda<<

 Eventos

Adoções
Entidades
Petições on-line
Visite o novo portal
Visite o novo portal
Calendário
>>Direito Animal<<
Visite o novo portal
Adotante Responsável
Envenenar é um crime
Maus tratos são crimes
As leis que protegem os animais
>>Artigos<<
Proteção Animal
Saúde Animal
Meio Ambiente
Vegetarianismo
>>Textos<<
Sobre Cães
Sobre Gatos
>>Visite o novo portal<<
Visite o novo portal
>>Notícias<<
Aconteceu
Nossas lutas
Visite o novo portal
No Brasil e no Mundo
>>Meio Ambiente<<
Sites importantes
>>Animais Silvestres<<
Visite o novo portal
Não compre animais silvestres
>>Curiosidades<<
Visite o novo portal
>>Histórias Reais<<
Leia e apaixone-se
>>Fotos e Cartões<<
Envie para nós a foto de seu animal
Visite o novo portal
>>Sites Amigos<<
Sites de Defesa Animal

 

   

NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 

Gripe aviária leva pânico à comunidade internacional

 

Segunda, 5 de dezembro de 2005

EFE -
Identificado há oito anos, o vírus H5N1 tomou conta da imprensa em 2005, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou todos os países de que a gripe aviária pode provocar a primeira grande pandemia do século XXI.
Embora a maior parte dos casos entre aves tenham sido detectadas em países da Ásia, infecções ocasionais apareceram nos últimos meses em países como Rússia, Ucrânia, Romênia, Bulgária, Macedônia, Croácia, Grã-Bretanha e Colômbia, o que alarmou autoridades de saúde.

O século XX sofreu três epidemias de gripe (1918, 1957 e 1968), o que leva os especialistas a acreditarem que a cada trinta anos, em média, pode ocorrer uma, caso as providências necessárias não sejam tomadas.

A OMS elevou para 3 o nível de alerta, o que significa que há risco de contágio entre humanos, e conseguiu conscientizar os Governos sobre a necessidade de se coordenarem para evitar a pandemia.

O trabalho foi feito com o objetivo de conter a propagação do vírus entre as aves. Cerca de 140 milhões de espécies já foram sacrificadas, além da criação de sistemas potentes de isolamento e vigilância.

Os especialistas asseguram que a temida epidemia ainda não ocorreu, pois o vírus não é capaz de propagar-se entre humanos.

Mutações, no entanto, podem tornar isso possível, gerando uma doença com capacidade de contágio muito superior à da pneumonia asiática, por exemplo.

Não se sabe exatamente como será a estrutura genética do vírus capaz de transmitir-se entre humanos, motivo pelo qual uma vacina específica ainda não pôde ser criada.

A OMS recomenda o armazenamento de Tamiflu, um antiviral cuja patente pertence à empresa suíça Roche, que é considerado eficaz na contenção da doença durante os primeiros meses de uma suposta epidemia.

Devido à pressão internacional, a Roche se viu obrigada, neste ano, a permitir a fabricação de seu antiviral por outros laboratórios, assim como a suspender sua distribuição nas farmácias de determinados países para que não fosse consumido maciçamente antes que seja realmente necessário.

A primeira morte humana em 2005 foi a de uma menina vietnamita de dez anos. Desde então, 24 pessoas perderam a vida infectadas pelo H5N1.

Além disso, começou-se a se detectar uma expansão territorial da ameaça através das rotas migratórias das aves aquáticas silvestres, como a FAO já havia advertido em agosto.

Assim, foram detectados focos em animais de países como Mongólia, Rússia, Cazaquistão, Turquia, Romênia, Grécia, Croácia e Reino Unido, o que disparou todos os alarmes.

Nos últimos dois anos, a gripe aviária matou 68 das 132 pessoas que infectou, o que significa uma taxa de mortalidade superior a 50%.

Delas, 42 viviam no Vietnã, 13 na Tailândia, 7 na Indonésia, 4 no Camboja e o mesmo número na China, país no qual duas mortes ocorreram no intervalo de poucas semanas, além de diversos casos em animais.

O verdadeiro alarme social teve início em setembro, com a guerra de números. Enquanto alguns especialistas diziam que a epidemia poderia causar 7,5 milhões de mortes humanas, outros chegaram a apontar números de até 150 milhões.

Prevendo o pior, a OMS liderou durante este ano diversas reuniões de âmbito internacional. Esta é a primeira vez na história que o organismo se encontra de sobreaviso perante a possível chegada de uma epidemia.

A OMS já lançou os primeiros sinais de alarme, em fevereiro no Vietnã e em maio em Genebra. A Assembléia Mundial da Saúde aprovou um novo Regulamento Sanitário Internacional para evitar sua propagação e melhorar a cooperação.

Em Bruxelas, a União Européia (UE) decidiu limitar a importação de aves e evitar sua exposição ao ar livre, e aprovou o envio de 30 milhões de euros para o combate à gripe na Ásia, assim como outros 45 milhões para pesquisa.

Em sua última grande reunião, realizada em novembro na cidade de Genebra, o Banco Mundial (BM) estimou as necessidades de financiamento em cerca de 1 bilhão de euros, e avaliou em 2% do PIB mundial as possíveis perdas que poderiam ser causadas pelo H5N1 à economia global.

 
   
Anterior

Próxima

 


              Todos os direitos reservados   © Tribuna Animal 2003/2008

Os artigos, notícias e textos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores