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NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 

Polícia indicia dois estudantes de Direito,
um de Engenharia e um vestibulando
pela morte da cadela Preta

 

 

A polícia de Pelotas (RS) indiciou, ontem, quatro pessoas suspeitas da morte da cadela Preta, em Pelotas. O animal foi morto por jovens na madrugada do dia 6 de abril, ao ser amarrado ao pára-choque de um veículo e arrastado por mais de cinco quadras. Dois acadêmicos de Direito foram indiciados por crime ambiental e um outro jovem, por falso testemunho.

Fernando Siqueira Carvalho, 22 anos, estudante de Engenharia Agrícola, Marcelo Ortiz Schuch, 21 anos, aluno de pré-vestibular e Alberto Conceição da Cunha Neto, também de 21 anos, estudante de Direito, estavam no Ka que puxou a cadela - segundo o delegado Osmar dos Anjos.

Em tese, os jovens estão sujeitos a uma pena de três meses a um ano de detenção, além do pagamento de multa.

Situação diferente é a de Marcelo Oliveira D'Ávilla, 23 anos, também estudante de Direito, indiciado por falso testemunho, cuja pena varia de dois anos a quatro anos de reclusão. Conforme o delegado, D'Ávilla se apresentou espontaneamente à polícia na tentativa de inocentar os amigos, mas o depoimento dele foi derrubado pela investigação.

O inquérito policial que contém mais de 200 páginas, foi enviado ontem à Coordenadoria das Promotorias Criminais de Pelotas. Os promotores têm 15 dias para decidir se denunciam os indiciados, ou para pedir novas provas.

Fernando, Marcelo e Alberto nos depoimentos admitiram ter amarrado o animal a um poste, mas negaram tê-lo arrastado por cinco quadras, atado ao para-choque do automóvel.

Direitos autorais (Lei federal nº 9.610/98) - Quando da utilização do material supra em publicações jornalísticas, saites, trabalhos acadêmicos, petições judiciais e afins, deve ser feita a seguinte referência:
"Extraído de www.espacovital.com.br " .

 

 

 

 

VENDA DE CÃES PARA ABATE EM GUARUJÁ

 

 

A Seção do Guarujá da UIPA, União Internacional Protetora dos Animais recebeu uma denúncia de que o navio “Joyous Land” de Hong Kong, atracado no Terminal Cargill, estaria recebendo cães para abate e consumo, mediante pagamento de U$15. A denúncia partiu de diversos moradores de uma rua que dá vista para o pier da Cargill

Segundo declarou Solange Regina dos Santos, que reside em região próxima, um cão foi levado em uma pequena embarcação até as proximidades do navio, do qual os tripulantes jogaram uma corda que foi passada em volta do pescoço do animal, que foi içado até o navio.

Conforme o relato da moradora, o animal se debateu e ganiu muito, e ao chegar a bordo, golpearam-lhe a cabeça com uma barra de ferro e arrancaram-lhe a pele. Os moradores gritaram para que a Polícia fosse acionada pelo segurança do pier, que manteve-se absolutamente inerte

A presidente da UIPA /Guarujá Rosely Teixeira Orlandi Pita chegou ao local por volta das 13:00 horas, momento em que acionou a Polícia Militar e a Polícia Federal, que chegaram ao local uma hora depois. Em razão do tempo que havia se passado, não foi realizada uma vistoria no navio.

"Não encontramos nenhum cachorro, nem nenhum vestígio do bicho no navio, como a ossada, por exemplo. O que não quer dizer que o fato relatado pelos moradores não tenha realmente acontecido. É bem provável que eles tenham comido o cachorro ou mesmo desovado o animal no mar quando entramos no navio", afirmou o porta-voz da Polícia Federal Antônio Hadano.

De acordo com ele, será feito um Termo Circunstanciado (TC) do caso.

"Tenho que admitir que será bem difícil provarmos algo, mas temos que tomar alguma providência legal."

Muito embora estivessem cientes do que ali ocorreu, nenhum dos responsáveis pela Cargill dirigiu-se à presidente da UIPA, que no local permaneceu por mais de uma hora à espera da Polícia. Estranha-se também o fato de não ter sido a autoridade policial por tais responsáveis acionada.

Registre-se que indícios de tal fato foi noticiado ao Ministério Público pela Seção de São Paulo da UIPA, por sua advogada Vanice Teixeira Orlandi, que em setembro do ano passado, ofereceu representação ao Ministério Público requerendo a devida apuração dos fatos. Na época, a Promotoria indeferiu o pedido.

Rose Orlandi

UIPA GUARUJÁ


(13)9714-2610

 

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