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O
Fundo Vira-lata de
Garopaba e o Instituto Ambiental Ecosul SC iniciaram programa de
controle de zoonoses e contenção da procriação de cães e gatos na
Aldeia Guaranis em Palhoça-SC.A aldeia possui aproximadamente 127
habitantes e em torno de 100 cães e gatos, a maioria desnutridos e
acometidos de sarna e outras zoonoses, procriando
descontroladamente e convivendo estreitamente com os indígenas em
suas residências.
O cacique solicitou apoio para minimizar o problema e assinou um
documento autorizando a equipe das ongs. a freqüentar a aldeia
para orientações, palestras, atendimento e esterilização dos
animais.
A WSPA- Sociedade Mundial de Proteção Animal aprovou e está
liberando recursos para o programa e uma equipe formada por um
médico veterinário, assistentes e voluntários atuarão na aldeia
até que as condições dos animais apresentem resultados positivos,
a procriação esteja controlada e seja quebrado o vínculo da
transmissão de zoonoses entre animais e humanos.
Pingüim é encontrado na praia da Barra da Tijuca no Rio
da Folha Online
Um pingüim, aparentemente doente, foi encontrado na noite de
sábado (6) na praia da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Segundo
o G-Mar (Grupamento Marítimo), o animal, que estava já na areia,
foi trazido na rede de um pescador.
O pingüim deverá ser encaminhado para o Zoológico de Niterói para
tratamento nesta segunda-feira.
Curiosos marcaram presença no Posto 2 neste domingo para ver o
animal, que já está recebendo tratamento médico.
Na sexta, foi encontrada uma baleia morta também na praia da
Barra. Da espécie baleia-de-bryde, o animal morto será examinado
por veterinários para definir a causa de sua morte e descartar
qualquer possibilidade de contaminação por doenças das pessoas que
tiveram contato com ela.
Comunidades do Orkut incentivam maus-tratos contra animais
Fabiana Parajara - Globo Online
SÃO PAULO - O site de relacionamento Orkut deixou mesmo de ser um
meio apenas para encontrar os amigos. Virou palanque para todo
tipo de brincadeira de mau gosto - ou, na avaliação do Ministério
Público, de crimes. A nova modalidade é pregar os maus-tratos
contra animais. As comunidades 'Eu torturo animais' (cuja
apresentação é "para todos que se divertem com a morte e a tortura
de animais!"), 'Cachorro bom é cachorro morto' e 'Cachorro-quente
para todos' são alguns dos exemplos. A descrição da comunidade 'Eu
maltrato animais' também sintetiza o fato: "pra quem odeia animais
e os maltrata por prazer ou necessidade de sobrevivência".
Pela legislação brasileira, maltratar animais é crime ecológico. A
pena varia de três meses a um ano detenção ou pagamento de multa
por quem comete abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais
silvestres, domésticos ou domesticados.
Coincidência ou não, três rapazes da cidade de Pelotas, no Rio
Grande do Sul, condenados a uma pena alternativa - tiveram de doar
cestas básicas - depois de matar uma cadela de rua participam de
comunidades deste tipo. No último dia 8 de março, os três
amarraram a cadela, chamada Preta, ao pára-choque de um carro e
arrastaram o animal por várias quadras. O caso teve repercussão
nacional. Uma moradora do Distrito Federal criou abaixo-assinado
na internet, pedindo a punição dos culpados, que conseguia mais de
1.300 assinaturas por dia.
Um dos rapazes, Fernando Siqueira Carvalho, sugere a criação de
uma olimpíada com a seguinte prova: 'Tiro ao gato: testa a
habilidade de pontaria do participante. Gatos com os testículos
amarrados por elásticos bem apertados serão jogados na arena.
Aquele que for capaz de matar o maior número de gatos em um
determinado período de tempo será o campeão. Tiros na testa valem
10 pontos, no peito, 5, e tiros nos testículos amarrados ganham um
bônus de 20 pontos.'
Essa tática de crueldade está na comunidade 'Cachorro quente para
todos'. A 'Cachorro quente para todos' tem 21 membros e faz
questão de dizer que não apóia maus-tratos, mas sugere que se coma
carne de cachorro de rua, aqueles cujo destino é mesmo parar nos
Centros de Controle de Zoonoses levados por carrocinhas. Na página
de Carvalho, outro envolvido no caso da cadela Preta, Marcelo
Oliveira, decreta: 'FICA TRANQÜILO! NOS VAMOS SUPERAR ESSA! O PIOR
FICOU P/ TRÁS (a Preta), DE AGORA EM DIANTE VAI SER TUDO
TRANQÜILO'.
Este tipo de página recebe ataques de outros membros do Orkut, que
mostram sua revolta em recados deixados para as comunidades. Mas,
brincadeira ou não, comunidades que insuflam a prática de crimes
estão na mira do Ministério Público.
- É preciso analisar cada comunidade, seu conteúdo, freqüência e a
intencionalidade. Se houver incentivo à prática criminosa, pode
ser configurada como apologia ao crime e os responsáveis poderão
responder por isso - explica a promotora Vania Tuglio, do Centro
de Apoio Operacional de Urbanismo e Meio Ambiente.
Recentemente, pelo menos quatro pessoas foram chamadas a prestar
esclarecimento ao Ministério Público por comentários racistas no
Orkut. Em Campinas, um jovem também teve o mesmo destino ao
colocar em sua página uma brincadeira de mau gosto, que sugeria a
morte do prefeito da cidade. No Rio de Janeiro, 11 jovens foram
presos em Búzios e Niterói acusados de usar o Orkut para vender
maconha, ecstasy, LSD e cocaína.
No caso de crimes contra o meio ambiente, os internautas de São
Paulo podem denunciar o caso ao Centro de Apoio, pelo e-mail:
cao-uma@mp.sp.gov.br
. Quem se sente incomodado com qualquer comunidade ou
perfil do Orkut pode pedir que ele seja retirado do ar pelo
administrador do sistema. Basta clicar o ícone "falso! denunciar"
do lado esquerdo da página dos perfis. De acordo com o
administrador, cada denúncia é revisada cuidadosamente e são
tomadas as providências necessárias. A identidade do denunciante
permanece confidencial, segundo o administrador. |
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