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Uma ação entre as
polícias Militar e Civil de Taubaté resultou na interdição de uma
rinha de galo, em um sítio no bairro do Barreiro, região rural de
Taubaté, às 16h de ontem.
Segundo a Polícia Militar, o local foi encontrado após denuncia
anônima. Pelo menos 30 pessoas foram flagradas durante a
apresentação de uma rinha. Todos foram detidos e encaminhados para
a delegacia.
No local, foram apreendidos 70 galos e acessórios de briga. A
polícia informou que as aves foram encontradas presas em gaiolas e
algumas estavam machucadas.
A polícia informou que o grupo irá responder por crime de maus
tratos contra animais.
http://jornal.valeparaibano.com.br/tau/galo.html
Venda na
internet ameaça espécies em extinção
da BBC, em
Londres
O comércio online de animais está ameaçando várias espécies,
segundo um relatório da ONG Fundo Internacional para o Bem-Estar
dos Animais (Ifaw, na sigla em inglês).
Uma investigação do Ifaw mostrou que, em apenas uma semana, nove
mil animais e partes de animais estavam à venda em sites de
comércio, como o e-Bay, por exemplo.
Segundo a organização, muitos dos comerciantes estão se
aproveitando do anonimato da internet para praticar o crime.
Em três meses de investigação, o Ifaw encontrou algumas das
espécies em risco de extinção à venda online. Entre as espécies
havia um gorila, um tigre siberiano e quatro filhotes de chimpanzé
sendo vendidos em sites americanos.
Partes de animais
Peças de marfim e remédios tradicionais asiáticos com partes de
rinocerontes e tigres ameaçados de extinção mostraram ser artigos
comuns à venda.
O relatório: Pego na rede: Comércio de Animais Selvagens na
Internet afirma que muitos animais se tornaram alvo de caçadores
por causa da demanda do mercado.
"O resultado é um mercado negro cibernético onde o futuro dos
animais mais raros do mundo está à venda."
"A situação tem que ser combatida imediatamente por governos e
proprietários de sites", afirmou.
Dos nove mil animais e partes de animais encontradas à venda
apenas na primeira semana das investigações, 70% eram de espécies
protegidas pela Convenção Internacional de Comércio de Espécies em
Perigo (CITES, na sigla em inglês).
O Ifaw afirma que, apesar das leis existirem, não há recursos
suficientes para fiscalizá-las. |
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