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19/12/06
KARACHI (Reuters) -
Grupos religiosos
paquistaneses estão usando a Internet para ajudar muçulmanos do
Ocidente a comprarem e sacrificarem animais para uma cerimônia
anual.
O Eid Al Adha, que marca o fim do Haj (peregrinação anual a Meca),
é considerado uma festa do sacrifício. Os muçulmanos que tenham
condições devem comprar e matar animais, distribuindo a carne
entre pobres e parentes.
Nos países ocidentais, essa prática é inviável para muitos
muçulmanos, que
agora podem comprar o animal pela Internet e até vê-lo sendo
abatido antes que a carne seja distribuída.
"Não é fácil para eles comprar animais e realizar o sacrifício de
acordo com nossos ritos religiosos nesses países", disse Sohail
Ahmed, funcionário da entidade islâmica Al Khidmat, que oferece o
serviço. "Eles estão recorrendo
à Internet para completar suas obrigações religiosas."
No Paquistão, milhares de vacas, cabras, ovelhas e camelos são
sacrificados por ano na época do Eid Al Adha, que neste ano cai na
primeira semana de janeiro.
Tradicionalmente, cidades grandes e pequenas organizam mercados
com animais vivos para serem sacrificados, que são trazidos por
seus criadores de pequenas aldeias.
Segundo Farukh Sheikh, da entidade Sahara, a compra de animais
para o sacrifício pela Internet está se popularizando também no
próprio Paquistão.
"É uma questão de conveniência. As pessoas hoje em dia não têm
tempo de ir aos mercados e de barganhar", disse Sheikh. "Estamos
oferecendo o serviço com taxas competitivas. As pessoas confiam em
nós para distribuirmos a carne segundo as obrigações religiosas
entre os pobres e necessitados" , disse Sheikh.
Outra entidade, a Alamgir, também oferece a opção de assistir ao
sacrifício ao vivo pela Web. "As pessoas podem assistir ao
sacrifício, não importa em
que país estejam", disse Shakeel Dehalvi, funcionário da
organização.
Os animais são vendidos nos sites por valores de 100 dólares
(cabras) e 450 dólares (vacas).
Mas alguns grupos islâmicos contestam a prática, já que as compras
pela Web envolvem o pagamento de juros, o que é proibido pela lei
islâmica.
"Nos sites, normalmente os compradores têm de pagar juros sobre
compras feitas em seus cartões de crédito", disse Rizwan Edhi, da
fundação Edhi. "Preferimos evitar qualquer controvérsia relativa
às leis islâmicas."
(Por Waheed Khan)
http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/2631501-2632000/2631785/2631785_1.xml
Pink
faz apelo contra maus tratos em animais
20 de dezembro de 2006
Por: Mariana Kid
Entre hits bem conhecidos do público e faixas compiladas no
recente I'm Not Dead, editado em 2006, Pink aproveitou para lançar
uma campanha em
defesa dos animais, durante um show em Paris, na noite da última
terça-feira (19).
A cantora, que é militante do Peta (People for the Ethical
Treatment of Animals) - órgão de proteção aos animais, fez um
apelo ao boicote de carne e lã na Austrália e mostrou ao público
um vídeo que denuncia os maus tratos com as ovelhas em território
australiano.
É importante tomar consciência do que as ovelhas sofrem na
Austrália. Esse país produz uma grande quantidade de lã e utiliza
para isso métodos cruéis", declarou a cantora durante a
apresentação, que aconteceu no Palácio de Esportes de Bercy.
http://www.obaoba.com.br/noticias/noticias_detalhes.asp?ID=15885
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