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NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 

Ministra espanhola do Ambiente defende fim da morte dos touros nas arenas

21.12.2006

A ministra espanhola do Ambiente, Cristina Narbona, admitiu hoje que gostaria de ver alterada a tradição da tauromaquia em Espanha, de modo a que as corridas se façam sem a morte do touro na arena.

O desejo foi revelado numa conversa informal que a governante manteve com vários representantes da Comunicação Social.

Esta não é a primeira vez que Cristina Narbona propõe modificar uma das tradições mais antigas e enraizadas em Espanha, a pretexto de que o sangue na arena é difícil de entender na Europa.

Na sua opinião, o maltrato dos animais nos espetáculos desportivos "não é compreendido, nem bem visto no resto da Europa".

A governante socialista assegura não estar contra as touradas mas pretender que elas se façam como em Portugal, dando a entender que não é necessário sacrificar o animal.

Esta alteração, segundo a ministra, deveria ser implementada "gradualmente" e só discutida na próxima legislatura.

A ministra sublinhou que não se trata de uma promessa eleitoral mas de uma proposta que poderia ser incluída numa próxima revisão do Código Penal.

A proposta de Narbona gerou consenso e críticas, mesmo dentro do Partido
Socialista, mas o negócio das touradas parece estar a declinar em Espanha.

Na semana passada, a empresa proprietária da Praça de Touros de Barcelona revelou a sua intenção de "não continuar com o negócio".

A notícia sobre a praça inaugurada em 1914 e a única existente na cidade foi divulgada pela vereadora do Urbanismo da Câmara Municipal de Barcelona, Assumpta Escarp.

Este anúncio suscitou um aceso debate político e social mas os proprietários da praça alegam que "os tempos mudaram" e que, em cada espetáculo, a família Balanyà perde mais de 24 mil euros.

A presidente do Partido Antitaurino contra os Maltratos a Animais (PACMA) de Barcelona, defende que "já era hora" de tal acontecer, adiantando que "já se estava à espera deste desfecho". Nieves Camarero entende que a falta de propostas políticas deve-se ao fato da sociedade catalã exigir, em silêncio, que se feche a praça. Agora, adianta, o PACMA fará todos os possíveis para que a praça de touros de Tarragona tenha o mesmo destino que a de Barcelona.

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1280413

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