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NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 

Ibama reprova plano para capivaras

 

18/07/2005

Proposta de manejo da Esalq para resolver problema de superpopulação dos roedores terá de ser readequado


O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) reprovou o plano de pesquisa e manejo da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) elaborado para resolver o problema de superpopulação de capivaras no campus. O projeto foi apresentado ao instituto no último dia 25 de junho e a resposta do Ibama foi enviada na última sexta-feira.
O analista ambiental da Divisão de Fauna e Recursos Pesqueiros do Ibama, Carlos Yamashita, disse que a Esalq precisa readequar as propostas enviadas. "Não teve propostas objetivas e um cronograma de coisas concretas. É preciso adequar e delinear as diretrizes."
Entre as propostas da Esalq estão o controle dos animais com métodos contraceptivos e a doação de capivaras não infectadas para criadouros comerciais, além de encaminhamento delas para municípios com baixa população da espécie, como Barra Bonita.
O projeto foi apresentado pelo professor Álvaro Fernando de Almeida, do Departamento de Ciências Florestais, mas ele está viajando e não foi encontrado ontem para comentar sobre a reprovação.
O professor do Departamento de Zootecnia Wilson Mattos, que também participou da elaboração do plano, disse que as contrapropostas do Ibama estão sendo avaliadas. A bióloga e técnica do Ibama Rossana Borioni disse que vai aguardar a manifestação da Esalq para continuar o processo de análise do projeto.
Segundo Yamashita, do Ibama, a proposta do plano que prevê o monitoramento da dinâmica de populações das capivaras nas bacias dos rios Piracicaba e Tietê e da represa de Barra Bonita foi a que mais recebeu críticas. "Querem levar a capivara para lá, mas não disseram como e nem o que será feito."
A ação, conforme as diretrizes do plano, seria importante para conhecer os aspectos relativos à reprodução das capivaras em condições semiurbanas e seu comportamento em condições selvagens.
A previsão é que os estudos, se aprovados, sejam realizados não só na Esalq, mas em toda a cidade. Atualmente a população de capivaras é estimada entre 800 a 1.000 animais, somente no campus.
"É preciso um readequação ambiental para as capivaras porque na Esalq tem casa e comida para os animais. Na minha opinião, deveria cercar a área de plantio e não todo o campus", disse Yamashita.

http://www.jpjornal.com.br/news.php?news_id=17745

 

 

Polícia apreende 500 pássaros silvestres em SP

 

19/07/2005
da Folha Ribeirão


A Polícia Militar Rodoviária apreendeu na tarde de domingo 500 aves silvestres que estavam sendo transportadas em um ônibus de turismo vindo do Maranhão.

O flagrante ocorreu no km 324 da rodovia Anhangüera, em Ribeirão Preto. A Polícia Federal, que fiscaliza o tráfico de animais silvestres, autuou três pessoas.

Duas aves morreram na viagem e, até ontem à tarde, mais 146 haviam morrido no Bosque Municipal, onde foram recolhidas enquanto aguardam decisão do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) sobre seu destino.

Segundo o biólogo Pedro Favaretto, as aves morreram por estresse, falta de alimentação e espaço insuficiente. As 500 aves estavam dentro de gaiolas pequenas e sem alimentação.

Havia curiós, papagaios, sabiás, pássaros pretos e anacãs --espécie de maritaca que já esteve na lista de animais em risco de extinção.

 

 

Cães farejadores trabalham no metrô de Londres depois de atentados

 

19/07/2005

Londres, 19 jul (EFE).- A Polícia de Transporte Britânica (BTP) começou a utilizar cães farejadores no metrô de Londres para ajudar a detectar possíveis explosivos.

Segundo a BTP, dezenas desses animais serão espalhados por toda a rede de metrô em resposta aos atentados terroristas do dia 7 de julho na capital britânica.

Esses cães já foram utilizados na linha ferroviária do Heathrow Express, que une o centro de Londres ao principal aeroporto britânico, mas é a primeira vez que atuará nas estações e linhas do metrô da capital.

Um porta-voz do BTP afirmou que os cachorros trabalharão como os que buscam drogas, com a diferença de que foram treinados para localizar explosivos.

Os cachorros começaram a patrulhar o metrô e continuarão de maneira indefinida, fazendo isso, segundo a BTP.

 

   
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