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NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 

Mulher é julgada por manter 271 animais em casa na Inglaterra

 

Rosalind Gregson, de 55 anos, nega ter maltratado os animais
Uma mulher obcecada em recolher animais mantinha 271 bichos espremidos em sua pequena casa em condições "tristes e deprimentes", segundo o promotor de um tribunal na Grã-Bretanha.
Os animais, quase todos cachorros, estavam magros e sofrendo de diversas infecções e ferimentos.
Nove dos animais tiveram que ser sacrificados, depois que inspetores da Sociedade Real para Prevenção de Crueldade a Animais levaram-nos da casa, em Lancashire.
Rosalind Gregson, de 55 anos, nega as 49 acusações relacionadas à negligência do cuidado e da atenção necessários aos animais.

Obsessão

Os animais eram mantidos no escuro, sujos, com pouca água, comida e quase nenhuma ventilação, de acordo com relatos levados ao tribunal nesta quarta-feira.
O promotor Tim Bergin disse: "A promotoria não a acusa de deliberadamente ser cruel com os animais em sua casa. Mas simplesmente ela deixou sua obsessão por recolher animais dominá-la.
"Isso resultou na perda do controle e da habilidade de cuidar dos animais", concluiu.
Alguns dos cachorros não conseguiam ficar de pé. Havia ratos e moscas na casa.
A sentença de Rosalind ainda não foi determinada.


http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2005/05

/050518_animaisdtl.shtml  

 

 

Justiça autoriza busca e apreensão em casa
de mulher americana que possuía centenas
de gatos mortos em seu quintal

 

Vizinhos da norte-americana Marlene Kess chamaram um juiz plantonista, na semana passada, para verificar o odor desagradável que vinha de sua casa, em Trenton, perto de Nova Jersey, nos Estados Unidos. Segundo o jornal Star Ledger, ao investigar o fedor, as autoridades encontraram 48 gatos vivos dentro da casa de Marlene - sendo que 38 apenas em um quarto - e mais de 200 gatos mortos em sacos de lixo no quintal da mulher.
A visão e o odor de tantos corpos em decomposição abalaram os oficiais do departamento de proteção dos animais que foram investigar a denúncia. "Meu Deus, era terrível", disse Michael Fowler, um representante de um abrigo para animais que estava presente. "O cheiro era horrível", disse.

Marlene, de 56 anos, é diretora executiva do grupo KittyKind, que gere um dos poucos abrigos de Nova York que afirma ter "uma política de não matar os animais que estão sob sua guarda".

Quando os gatos que viviam na casa de Marlene morriam, ela os colocava em grandes sacos pretos nos fundos de sua propriedade. Foram encontrados 21 desses sacos, cada um contendo aproximadamente 10 carcaças. Em alguns pontos, a decomposição estava tão avançada que era difícil precisar o número de corpos presentes.

A mulher foi autuada pela polícia por quebrar várias regras do código sanitário do local, como manter um número alto demais de animais vivos, abrigar animais mortos e criar um risco ambiental em potencial por manter tantos corpos em decomposição em sua propriedade. Ela prestou fiança e foi libertada pelo mesmo juiz que autorizara a busca e apreensão em sua casa.

 

   
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