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NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 

Morte de animais no Ártico preocupa ecologistas

 

03/10/2005


da Efe, em Londres - O rápido desaparecimento de espécies árticas e subárticas, assim como de outras latitudes, é o assunto de uma reunião de ecologistas realizada nesta semana na cidade escocesa de Aviemore.
Um relatório do Ministério de Agricultura e Meio Ambiente britânico destinado a essa reunião indica que, na tundra subártica, espécies como a rena estão ameaçadas por diversas manifestações de mudança climática.
A maior rapidez dos ciclos de gelo e degelo dificulta a busca de alimentos, enquanto a maior freqüência de invernos mais úmidos e menos frios influenciam negativamente na taxa de fecundidade desses animais.
Algo parecido ocorre a outras espécies, como a do urso polar. O animal, até pouco tempo atrás rei das planícies árticas, está cada vez mais ameaçado pela destruição de seu habitat natural.
A diminuição das camadas de gelo e o prolongamento do verão ártico obrigam esses ursos a buscar comida nos lugares povoados pelo homem --algo considerado perigoso para sua sobrevivência. Por outro lado, numerosos ursos se afogam após nadar centenas de quilômetros em busca de alguma camada de gelo flutuante à qual se agarrar, segundo testemunho dos caçadores, que encontram seus cadáveres.
Segundo o relatório britânico, quatro em cada cinco aves migratórias que estão na lista da ONU se vêem ameaçadas por problemas como a seca ou a desertificação. O aquecimento do planeta pode ter também graves conseqüências para as espécies de outras latitudes.
Um terço dos lugares onde as diversas tartarugas do Caribe fazem ninho serão inundados se o nível dos mares aumentar meio metro. Por outro lado, as águas pouco profundas nas quais vivem a foca do Mediterrâneo podem desaparecer.
As baleias, o salmão, o bacalhau, os pingüins e outras espécies já estão sendo afetados pelas mudanças experimentados na distribuição e na abundância de krill e de plâncton, que entram em sua cadeia de alimentação.

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u13798.shtml

 

 

Delegada apreende 30 quilos de carne de caça

 

Jornal A Noticia – 01 out 2005

 

São Bento do Sul - Denúncia anônima feita para a delegacia de Jaraguá do Sul levou a polícia ambiental até a residência de José Alexis, 46 anos, na localidade de Rio Natal, em São Bento do Sul. Em um rancho, construído a alguns metros da residência do agricultor, foi encontrado um freezer contendo aproximadamente 30 quilos de carne provenientes da caça ilegal.
No local, os policiais também encontraram uma espingarda calibre 32 e armadilhas utilizadas para capturar os animais. Aléxis foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma e transferido para o Presídio Regional de Mafra.
A carne terá que ser incinerada, pois estava estragada. Segundo o  comissário Vanderlei Zocateli, da delegacia de Jaraguá do Sul, uma pane elétrica no rancho queimou o freezer - o problema somente foi percebidomhá dois dias. Ontem, depois da chegada dos policiais ao local, o forte cheiro denunciava o estado de putrefação da carne. A suspeita é que entre os animais abatidos estejam aves e mamíferos, como o inhambu (ave rasteira), rola, paca, cutia, porco do mato e até uma anta.
Zocateli disse que há nove anos realiza operações em conjunto com a polícia ambiental e que existem outras denúncias envolvendo caça em municípios do Planalto Norte. Segundo o policial, José negou ser o proprietário da carne e também da arma. Disse que pertencem a seu irmão, Pedro, acusado de realizar caças rotineiras na mata, juntamente com outras pessoas de Jaraguá.
De acordo com a delegada Ângela Roesler, de São Bento do Sul, caso não houvesse sido encontrada a arma, Aléxis responderia apenas a um termocircunstanciado. Um médico veterinário foi chamado para realizar exames e também constatar a origem da carne encontrada no freezer. O laudo deve ficar pronto hoje, quando então a carne segue para ser incinerada.

 

http://an.uol.com.br/2005/out/01/0ger.htm

 

 

Fortaleza - CE

Projeto regulamenta obrigações dos proprietários

 

Em Fortaleza, os vereadores aprovaram projeto de lei que regulamenta tanto as obrigações dos donos de animais em relação à posse responsável e também como a Prefeitura deverá agir diante de casos de mordedura, doenças, adoção e sacrifícios. Aprovado em junho, o projeto é de autoria do vereador Salmito Filho (PT), líder da bancada na Câmara Municipal, e aguarda sanção da prefeita Luizianne Lins.
Completo, o projeto contém 42 artigos e prevê, além das obrigações, multas, advertências e até perda da posse do animal de estimação, se constatado maus-tratos.
“Os animais que causarem mordeduras poderão ficar detidos por dez dias, para uma avaliação de sua saúde, para saber se é ou não causador de alguma enfermidade que a pessoa mordida poderá ter. Os donos dos animais também serão obrigados a receber a visita da Vigilância Sanitária em casa e vacinar os animais”.
Também será incentivada a adoção de animais. Hoje isso já acontece no Centro de Controle de Zoonoses de Fortaleza. É só chegar lá e adotar aquele cão ou gato. O veterinário Antônio Helder Machado Cambraia explica que o animal sai vacinado contra raiva, vermifugado, com banho contra carrapato e consultado.
Para ele, vale à pena adotar o cão “vira-lata”, também chamado de “pé-duro”. “Os cães mestiços são mais dóceis, têm saúde mais resistente, pelagem mais curta, que evita alergias. Além de ser amigos, caçadores e fazem muito barulho em caso de suspeita de algo errado no quintal de casa”.


SERVIÇO: Quem quer adotar um animal deve ir ao Centro de Controle de Zoonoses, situado na Rua Betel, 2980 (Maraponga). Informações: (85) 3131.7846.

 

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=283337

 

 
   
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