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NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 

Ministério Público propõe pena alternativa no Caso Preta

 

Pelotas, RS, Sexta, 03.06.2005

O Ministério Público (MP) vai propor uma pena alternativa aos três estudantes indiciados por maus-tratos contra a cadela Preta, arrastada presa ao pára-choque de um Ford/Ka, no centro de Pelotas. Uma audiência será marcada com os advogados de defesa que poderão aceitar ou não as condições impostas para evitar que os clientes sejam denunciados pelo crime.
O procedimento para a audiência preliminar foi entregue ontem pelo promotor Paulo Charqueiro no Cartório do Juizado Especial Criminal (JEC). "A lei prevê que nesse tipo de crime os autores têm direito à proposta de transação penal", explicou.
O promotor não quis adiantar que pena irá propor. "Só vou manifestar na audiência", disse. Charqueiro confirmou, no entanto, que se a proposta não for aceita irá denunciar os estudantes Alberto Conceição da Cunha Neto, 21 anos, Fernando Carvalho, 22 anos, e Marcelo Shcuch, 21 anos.
A previsão inicial é de que a audiência preliminar só ocorra daqui a quatro meses. "A nossa pauta está em setembro", informou o juiz do JEC, José Antônio Dias da Costa Moraes. O magistrado não descartou a hipótese de antecipação, mas explicou que para isso é preciso ocorrer a desistência das partes de algum outro processo já pautado.


Repercussão


A decisão do Ministério Público (MP) desagradou os envolvidos na organização das mobilizações que pediram punição rigorosa para os culpados pela morte da cadela. "Não há como aceitar isso, pois houve um crime e esperávamos uma punição severa, agora seremos mais de dois mil nas ruas", projetou a comerciante Michele Dalforno, uma das promotoras da passeata que levou mil pessoas a protestar no centro de Pelotas no início de abril.
A comerciante disse que tão logo a data da audiência seja marcada será organizada uma nova passeata em protesto pela decisão do promotor.

http://www.diariopopular.com.br/03_06_05/gq020601.html

 

 

Justiça condena Clodovil por crime ambiental

 

da Agência Folha

O ex-apresentador e estilista Clodovil Hernandez foi condenado a quatro anos de reclusão por crime ambiental em Ubatuba (224 km de SP).

O advogado de Clodovil, José Gilmar Giorgetto, informou ontem que irá recorrer da decisão.

De acordo com ele, o ex-apresentador foi beneficiado por ser réu primário e vai aguardar o julgamento do recurso em liberdade.

Clodovil foi condenado por desmatar parte de uma mata próxima de sua casa.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u109704.shtml

 

 

Contrabando de peixes tropicais na Austrália

 

Mulher tenta contrabandear 51 peixes debaixo da saia

Os peixes foram colocados em uma espécie de avental interno.
Uma mulher foi detida no aeroporto internacional de Melbourne, na Austrália, tentando contrabandear 51 peixes tropicais debaixo de sua saia.
Ao examinarem a bagagem da mulher de 43 anos de idade na sexta-feira, os funcionários da alfândega disseram ter ouvido “ruídos estranhos vindos da área da cintura” dela.
Um exame revelou cerca de 15 sacos plásticos contendo os peixes, de acordo com um comunicado do Serviço Alfandegário Australiano.
Os peixes estavam escondidos em um avental preparado especialmente para a tarefa.

Cadeia

A espécie exata dos peixes ainda deve ser determinada.
A mulher voou para a Austrália da Indonésia.
Funcionários da alfândega australiana disseram que se ela tivesse conseguido contrabandear os peixes, isso poderia ter gerado sérios riscos em ambientais e de saúde.
Se considerada culpada por tentar contrabandear animais selvagens, ela pode ser condenada a até 10 anos de prisão e a pagar uma multa de US$ 80 mil (cerca de R$ 200 mil).

 

 

   
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