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NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 

Deputado quer proibir animais em circos e rodeios

 

O deputado federal Sarney Filho (PV-MA), relator do projeto de lei do Código Nacional de Proteção aos Animais, pretende proibir a exibição de animais em circos e rodeios. Em audiência pública sobre a proposta realizada hoje pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável na Câmara Federal o relator anunciou que a proibição estará na alteração do texto original do deputado Pastor Reinaldo (PTB-RS).
Fórum: opine sobre o assunto
De acordo com a Agência Câmara, Sarney Filho declarou que é preciso acabar com a crueldade contra os animais. "Até porque há uma relação entre a violência contra os bichos e contra as pessoas", analisa. A diretora-geral da Associação Protetora dos Animais do Distrito Federal (ProAnima), Simone de Lima, afirmou também na audiência que há estudos comprovando que o uso de animais em espetáculos causa-lhes sofrimento.
Ela disse ainda que o projeto contém alguns avanços, como a proibição do abandono de qualquer animal, mas está aquém da legislação em vigor. Simone de Lima sugeriu que o projeto aborde a violência doméstica contra animais. Segundo a diretora, nas residências em que há esse tipo de ocorrência, a violência se dirige indistintamente contra pessoas e animais. "Espancam-se os animais, a mulher, a sogra idosa", comentou. Ela sugeriu que a violência doméstica em geral seja enfrentada de forma conjunta.

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI547800-EI306,00.html

 

 

Rio Grande do Sul

Abatedouro guardava cavalos furtados

 

Animais levados do Vale do Caí reapareceram na Campanha


PUBLICADO POR JORNALISTA DIONARA MELO - JORNAL ZERO HORA - PORTO ALEGRE/RS.

Uma quadrilha de abigeatários furta cavalos em São Sebastião do Caí(RS.) e vende os animais em pelo menos um frigorífico de São Gabriel(RS.), na Campanha.

O esquema foi descoberto por uma das vítimas, que localizou a sua égua de estimação no potreiro do Frigorífico Floresta.

- Se eu chegasse ali um dia atrasado, a Paquita tinha morrido. Ela estava no corredor da morte - conta o produtor rural Vilson Luiz Flores Fernandes, 46 anos.

Fernandes teve a égua de 20 anos furtada de dentro de sua propriedade em 29 de maio. Na manhã seguinte, um sócio que mantém animais por arrendamento em seu campo percebeu a ausência da fêmea, vencedora de concursos de laço e rédea no Vale do Caí. Em conversas com vizinhos, descobriu que naquela manhã um caminhão com 10 eqüinos havia partido do município para São Gabriel.

No dia 31, Fernandes viajou à região da Campanha. No matadouro, funcionários o informaram de que três animais seriam abatidos.

- Me deu um troço quando os caras disseram que três cavalos seriam mortos. Para nós, gaúchos, é muito difícil entender que se coma carne de cavalo - confessa.

Depois de reconhecer a zaina Paquita, cruza das raças quarto-de-milha e crioulo, Fernandes avistou mais dois animais que pertenciam a amigos. Um dos cavalos era o crioulo registrado Forte de Itapevi. Avaliado em R$ 2 mil, ele foi vendido a R$ 184, quantia equivalente a R$ 0,45 o quilo do animal vivo.

Os eqüinos chegaram ao Frigorífico Floresta com nota fiscal no nome do produtor rural de Alegrete Cézar Augusto Mallmann Rodrigues, que há alguns anos reside no Vale do Caí.

O produtor negou à polícia envolvimento com o esquema e explicou que a nota foi emprestada. O documento tinha data de emissão do dia 20 de maio, sendo que os animais foram transportados somente 10 dias depois. A Guia de Trânsito Animal (GTA) expedida pela Inspetoria Veterinária do Estado estava com data vencida.

O caso está sendo investigado pela Delegacia da Polícia Civil de São Sebastião do Caí. Desde o início do ano, seis cavalos foram furtados no município. A polícia não descarta que os furtos tenham tido como destino final o matadouro.


email do jornalista: dionara.melo@zerohora.com.br

Contraponto


O que diz Gustavo Mutoni, gerente-geral do Frigorífico Floresta:
"Os animais que a polícia comprovou serem furtados foram devolvidos. Os animais tinham nota de venda e GTA, estava tudo legalizado. O frigorífico funciona desde 1995. Por mês, abatemos 1,8 mil mil animais. Toda a produção é exportada para a Europa."

 

   
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