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NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO

 

Especialistas da UE querem descartar risco de "cabra louca" na Europa

 

BRUXELAS, 28 jun (AFP) - A Autoridade Européia de Segurança Alimentar (Aesa) informou nesta terça-feira que existe apenas um pequeno risco de surgimento do mal da "cabra louca" no Velho Continente, após a confirmação, em janeiro, do primeiro caso no mundo de encefalopatia espongiforme bovina (EEB) em uma cabra francesa.

Em um comunicado publicado em Bruxelas, os cientistas da Aesa chegaram à conclusão de que "a provável existência de EEB na raça caprina na União Européia é muito pequena, vistos os resultados de controle do gado".

"Em matéria de EEB, o risco atual vinculado ao consumo de carne de cabra e produtos a base de carne de cabra é frágil no caso de cabras nascidas em 2001, após a entrada em vigor da proibição dos farelos animais, e posteriormente", estimaram.

Prudente, a agência não descartou revisar sua opinião no futuro, segundo a disponbilidade de novos dados.

A avaliação que serviu para as conclusões publicadas nesta terça-feira se baseia em 93.000 exames feitos em cabras européias, após a descoberta do primeiro caso em uma cabra de Ardèche (sul da França), nascida em 2000 e morta em 2002.

O animal, cuja infecção só pôde ser confirmada anos depois, não contagiou outros.

 

 

   
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